No dia 30 de março, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Milton de Moura França, acatou o pedido de efeito suspensivo referente a PLR de 2008. Desde o dia 2 de dezembro de 2010, onde o TRT de São Paulo deu razão aos trabalhadores, a direção da empresa não poupou esforços para recorrer até as últimas instâncias para impor um calote aos trabalhadores. Essa é a marca da gestão Gesner/Serra, aos acionistas lucros estrondosos e repasse de dividendos, para a mídia milhões de reais em propaganda, para os empreiteiros aumento das terceirizações e contratos milionários e aos trabalhadores assédio moral, demissões, arrocho salarial e falta de condições de trabalho.
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